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Postado em 28 de Novembro de 2017 às 15h37

NOVAS EVIDÊNCIAS EM FÓRMULAS PARA ALERGIA AO LEITE DE VACA

SAÚDE (51)
Nutrir Nutrição Enteral e Suplementação Nas últimas décadas, houve um aumento epidêmico de doenças alérgicas. A alergia ao leite de vaca (ALV) é uma condição comum em crianças, com...

Nas últimas décadas, houve um aumento epidêmico de doenças alérgicas. A alergia ao leite de vaca (ALV) é uma condição comum em crianças, com incidência em torno de 2 a 7,5% do primeiro ano de vida.

Define-se ALV como uma reação imunológica às proteínas encontradas no leite de vaca. Caseína e proteínas do soro são as principais proteínas envolvidas nessa reação imunológica.
Indivíduos com ALV estão em constante risco de desenvolver reações alérgicas; assim, encontram inúmeros desafios na substituição do alimento por outro de igual valor nutritivo.

Crianças com ALV podem ter limitações no seu consumo alimentar, as quais impactam na qualidade de vida, na família e na sociedade.

Com relação à patogênese de alergia alimentar, há uma interação importante entre barreira intestinal, genética, sistema imune, fatores ambientais e microbiota, esta última exercendo um importante papel na história natural da alergia alimentar.

O tratamento da ALV consiste em dieta de exclusão, devendo ser individualizada e fundamentada em um diagnóstico preciso. Nas crianças em aleitamento materno exclusivo que apresentam manifestações, é preciso instituir dieta isenta de leite de vaca e derivados para a mãe.

Já aquelas que não estão mais em aleitamento materno, devem ser introduzidas fórmulas alternativas à base de proteínas extensamente hidrolisadas, fórmulas de soja (em caso de reação mediada por IgE, acima de 6 meses) ou fórmulas de aminoácidos, segundo a idade e a gravidade dos sintomas apresentados.

Guidelines nacionais e internacionais, indicam a utilização de fórmulas infantis com baixa alergenicidade. Desse modo, as fórmulas com proteínas extensamente hidrolisadas são apontadas como primeira opção nutricional para crianças com ALV confirmada e que não estejam mais em aleitamento materno exclusivo.

Nos casos em que há prejuízo importante do crescimento e do desenvolvimento, esofagite eosinofílica, reações anafiláticas ou ausência de resposta às essas fórmulas em razão da intensidade dos sintomas e/ou do comprometimento da condição nutricional, devem ser utilizadas as fórmulas de aminoácidos livres.

As fórmulas infantis comercializadas devem atender às recomendações nutricionais internacionais de macro e micronutrientes do Codex Alimentarius, com o objetivo de garantir crescimento e desenvolvimento adequados.

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