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Postado em 05 de Outubro de 2019 às 10h59

INTOLERÂNCIA A LACTOSE, E AGORA?

SAÚDE (56)
  • Nutrir Nutrição Enteral e Suplementação -

É estimado que 75% dos indivíduos ao redor do mundo apresentam hipolactasia ou alguma redução da atividade da lactase, especialmente durante a fase adulta. 

A lactose é um dissacarídeo (β-galxtosil-1,4-glicose) que, quando ingerida, é hidrolisada em 2 monossacarídeos (glicose e galactose) que são absorvidos via transporte ativo. Esta hidrólise ocorre por meio da enzima lactase, presente nas vilosidades intestinais.
A presença excessiva de lactose no lúmen intestinal devido à deficiência de lactase (hipolactasia) cria um gradiente osmótico, no qual água e sódio são secretados no lúmen do intestino delgado, aumentando o volume e reduzindo a consistência do conteúdo intestinal, acelerando, assim, o trânsito gastrointestinal. Desta forma, a lactose alcança o colón, onde é fermentada por bactérias. Essa digestão produz ácidos graxos de cadeia curta e gases (incluindo dióxido de carbono, metano e hidrogênio), podendo promover sintomas gastrointestinais. A presença de sintomas abdominais devido à pobre absorção de lactose, observada em alguns pacientes, define clinicamente a intolerância à lactose. 

O tratamento da intolerância a lactose consiste em controle dos sintomas, envolvendo reeducação alimentar, com restrição no consumo de leite e derivados, consumo de produtos pré-digeridos e/ou terapia de reposição de enzimas via ingestão exógena de lactase.

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